Arquivo do mês: janeiro 2011

Sobre a postagem abaixo

Eu escrevi esse pequeno trecho a um tempo atrás com a idéia de começar um livro. Talvez eu ainda continue a escrever ele.  Talvez. Intitulei como: Sem nome. Na verdade eu tenho escrito um novo a partir do filme ”A Origem”  e acho que ele tá fluindo.  É a historia de Sara e Matthew. Ela é do clã Death e ele do clã Madness, da morte e da loucura. Começa a guerra do clã da doença com o clã da morte e o clã da loucura resolve ajudar. Só que essa aparente ajuda está levando a muita desconfiança da parte da nossa heroína Sara, e a morte tortuosa de uma de suas amigas Agatha. É ai que ela percebe que as coisas não são como parecem. Estou no capitulo cinco, pagina 39 e pretendo terminar ele até o dia 21 de fevereiro que é quando começam minhas aulas (terceiro ano aí vou eu). Se eu conseguir terminar pretendo fazer de tudo para publicar. Bom é isso, amanhã vou ver um estágio e espero que eu encontro algo legal. Até o próximo post, quem quer que esteja por aqui ou para ninguém em particular.

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Aprendendo a sorrir

Sorrir. Apenas sorrir. Um movimento no maxilar, uma pequena abertura na boca para permitir que os dentes fiquem amostra. Isso possibilita que outros vejam que está sorrindo. Depois os olhos. Eles não podem parecer sérios, um leve humor dentro deles ajuda muito. A pulsação deve ser constante e o coração deve continuar batendo. A respiração sem nenhum ruído. Mãos devem permanecer ao lado do corpo, pois estas demonstram emoções. Uma caída de corpo meio de lado para parecer relaxado. E quem sabe o vento ajude dando-lhe um cor rosada nas bochechas. A partir daí você sente que está no controle da situação. As falas ao redor distraem os seus pensamentos e por breves minutos parece que nada aconteceu. Até que um flash passa por sua mente. As falas parecem apenas um zumbido distante. O coração bate uma vez. Para. Bate, mas falha, como se tivesse dificuldade em exercer sua habitual função. Ele não consegue, afinal há um buraco se intensificando. E uma cor escura escorre para fora. Não vermelha, mais sim preta. O vermelho significava vida. A preta morte. As mãos se entrelaçam e começam a se contorcer. O vento muda de direção e cor do rosto vai junto. Os olhos ficam vagos. Piscar é necessário para afastar as lagrimas que ameaçam cair. Os ombros sedem e caem pra frente. O sorriso, que demorou tanto a se formar, se desmancha com facilidade. Você sente a dor tomando conta do seu corpo. Membro por membro. É como estivesse nadando nela. Não a saída, por onde olha ela esta lá, encarando-a com firmeza de volta. Você se encolhe. Torna-se frágil. Algumas pessoas percebem o que está acontecendo e tentam distrai – lá com amenidades. Mas já é tarde. Afastando-se do grupo você vai embora. Foge. Entra em casa e sente-se segura com a solidão a lhe fazer companhia. Caminha pesadamente até o banheiro e olha para o seu rosto refletido no espelho; perguntando quantas vezes isso já não havia acontecido e quantas ainda ira acontecer. A cama parece acolhedora. Deitando-se nela fecha os olhos e reza baixinho pedindo para que o sonho não se torne mais um pesadelo. Com sorte às vezes isso acontece e você acorda de manhã sem sobressaltos. Levanta, se arruma e reinicia novamente o processo. Primeiro com um sorriso.




A primeira vista

Bom, é meu primeiro post aqui e eu sou meio nova.  Nunca me liguei em ter blogs ou websites tinha mais coisas pra fazer por aqui(bem grossa). Mas me vi na vontade de criar um pra postar meus pensamentos e sei lá mais o que. Mesmo que não tenha ninguém lendo acho que é meio que um desabafo, então não me importo. Bom até o próximo post mais sensato rs.